segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Dreaming is...


"Dreaming is the sun of a cloudy day!
Dreaming is the rain in a shining dry day!
Dreaming is the sparkle that makes our fire burn!
Dreaming is the wind that makes us alive,
is the river that move us to the sea"
by megan kegan

what is it really? Why it is so important to us?
Because there, in our own sacred world, everything can be as we want to. The problems is when we just stop living and spend all our lives dreaming.
Dreaming, is that sparkles, that push that we all need to step to the next level.
But with that we can never forget reality. That it is why we dream. It's to make it happen, it to make us fight for what we want, what we need :D We have to want more, and make everything possible to get that :D

"Dreaming is the goal to achieve the end"
megan kegan :D

sincerely,
MK

domingo, 18 de janeiro de 2009

tu n vens...

Quando a noite cai e vem, quando o sol desaparece, quando as nuvens tomam conta de mim... es tu... es sempre tu... es tu k contralas o ceu, es tu k controlas o tempo, es tu k controlas o k m rodeia, es tu k m controla. Tudo gira em volta de ti, e eu keria poder sair, eskecer, avançar, m n consigo.. N ha kem me resgate desta constante caminhada para o abismo..... So tu... so tu me podes salvar, mas tu n vens.. eu grito pelo teu nome, m tu n ouves... eu toco nas tuas costas m tu n sentes... ou ignoras.. Keria ter-te aki para de fazer so meu... para t abraçar, acarinhar e agarrar-t k tanta força de nenhum destino te tirasse de mim.. e assim k gosto de ti... e assim k t kero, hoje e sempre... mas tu nao vens, tu n respondes ao meu xamamemnto... por mais k m distraia com o k me rodeia, o meu coraçao esta sempre contigo.. e eu keria-o d volta... a unica forma era ter-t aki, m tu n vens...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

o incidente


Mais um. Mais um dia, mais um incidente. Após os pratos serem separados dos copos e dos talheres de volta ao seu arrumo, a sala estava calma.
Um silencio de cortar a faca, que numa família de 6 pessoas não era nunca normal.

Algo aconteceu.

Havia mensagens subentendidas em cada olhar que era trocado, como que todos soubessem do que se passada, sem nunca terem a coragem de o confirmar. Sentia-se a respiração a acalmar, e o coração cada vez ritmava menos no corpo de uma mulher com tantas historias e experiencias de vida que era inacreditável a uma pessoa acreditar.

Acreditar, pois é. Era isso que era preciso. Acreditar que nada tinha sido em vão e que cada incidente tinha razão de ser, para alem de causar sofrimento à santa mulher.
Seu homem, sentado imóvel ao seu lado olhava-a com ternura. Ternura tal, com após 50 anos de casamento e bastante comovente. Apesar de já não se tocarem e mal se beijarem os seus olhos ainda ardiam naquela paixão assolapada que os uniu através dos tempos. Era deveras magnifico de se olhar.

Mas agora o seu amor parecia afastar-se e algo parecia querer acabar-lhe com uma das mais fortes razoes de viver: o AMOR.

- Mas o que se estaria a passar? – pensava o homem enquanto os seus olhos deambulavam pela mulher na busca de algum entendimento.

No meio de tanta confusão silenciosa, seus olhos entreolharam-se com os meus, pobre espectadora, que apesar de ainda estar na flor da idade, deparava-me tão imóvel quanto ele. Nos entendíamo-nos, nesse mundo só nosso, porque meu avô sabia como ninguém acalmar-me. Conseguia ver nos seus olhos a tentativa de disfarce do desespero que sentia, mas que no entanto não o abandonava.

Numa tentativa desesperada de resolver o sofrimento e tensão vivida tão calmamente naquela sala, meu pai, o homem ao comando, ordenou que tanto eu como meu irmão nos retirássemos da sala. Eu olhei para ele e de seguida para o meu irmão. Os olhares era fortes tanto de um lado como do outro, mas as mensagens era bastante distintas. Meu pai dizia-me:

- vai, e leva-o. Rápido. – mas na cobardia de o verbalizar, reforço-o apenas com os olhos, de tal forma, que até o homem mais corajoso do mundo o obedecia. Ele era assim. Quando se tratava da família, nada nem ninguém eram mais fortes e corajosos que ele.

Meu irmão, esse, olhava-me com desespero de como quem suplicava por socorro e entendimento. Eu queria acudi-lo mas não podia.
Obedecemos imediatamente à ordem e retirávamo-nos ao ritmo de batimentos de um coração inconstante. Queríamos ficar, mas não podíamos. Olhamos de relance para trás mas depressa desistimos, porque, tal como era de esperar os “senhor general” estava à espreita.

Fechamo-nos no quarto. Aqui o silencio era menos intenso mais igualmente horrificante. Ouvia-se ao de longe o bater de panelas na cozinha, musica na qual a minha mãe era já experiente e obrigada. Alheia a tudo isto, continuava a manter o ritmo que o coração da mulher mais queria ter, mas não tinha. As suas batidas eram cada vezes mais lentas mais sonoras, de tal forma que eu as sentia no quarto. Mesmo assim, não a podia socorrer. Nem ela, nem o meu irmão que imóvel e sem compreender deambulava pelo quarto. Apetecia-me gritar e aliviar este sofrimento do meu peito. Como tentativa olhei-o bem nos olhos e disse-lhe:
- há coisas que por mais que tentes, só um dia poderás entender.

Ele olhou-me ofendido e disse:
- mas quem te disse que não entendo?

Digo eu, pensei. Nem ele acreditava no que tinha acabado de dizer. Seus olhos continuavam na busca das respostas, mas não queria mostrar-se fraco e burro. Queria mostrar que já era grande e que compreendia tudo o que se estava a passar. Mas será que compreendia? Será?

Meu pai entrou em silencio pelo quarto rompendo a hostilidade que se vivia ali. Vinha buscar algo sagrado que já o ajudara antes. Tinha-se que acreditar que resultaria outra vez. Saiu tão depressa como entrou, e foi o bastante para se perceber que a situação não tinha melhorado. Seria a dica para abrir o jogo com o pequeno que na tentativa de se distrair se tinha emaranhano nos livros?

Dirigi-me a janela, impotente, na busca de resposta, mas não a encontrava. Lá fora tudo permanecia igual e até o sol brilhava com tal certeza que nem parecia inverno.
- É ridículo – pensei – como poderia um sol tão belo brilhar numa altura tão sufocante quanto esta? Como é que as pessoas continuavam as suas vidas normalmente como se nada tivesse acontecido?

Só então comecei a deambular por aquelas ruas lá fora onde me sentia mais leve. Não havia incidente, não havia pressão, não havia segredos, perguntas nem respostas. Havia apenas um dia de sol frio como tantos outros se viveram nessa estação. Era mais uma dia, um como tantos outros. Era assim que queria estar, era isso que queria sentir. Mas não conseguia transportar-me plenamente. O meu corpo não obedecia e permanecia imóvel no quarto. Como seria possível preferir estar ali? Só então tive coragem de encarar o meu irmão novamente. Ele estava aparentemente calmo o que provava que no seu mundinho tudo estava bem e tudo isto ficaria melhor. Como queria acreditar eu nisso! Saberia ele algo que me tinha escapado? Ou seria apenas a ingenuidade que lhe era característica?

Olhei para a janela novamente como refugio dos meus pensamentos. Queria falar, precisava falar, mas não podia. Não podia estragar aquela calma. Só podia escrever. Então corri para a mesa e escrevi. Escrevi com todas as minhas forças puxando por memorias que há muito estavam guardadas. Elas quase que se impingiam umas às outras e parar não era opção. Tinha que ser forte e escrever tudo no papel, e talvez um dia, quando ele crescesse, pudesse lê-lo e perceber o que se passava naquela casa. As comportas abriram-se e lentamente as lágrimas escorreram como rios que há muito que não passavam naqueles campos.

Quando me parecia inundada em lágrimas e pensamentos, a porta abriu-se lentamente. Era o meu pai. Ele olhou-nos nos olhos com aqueles olhos de como quem quer dizer algo, mas não consegue. Ele já sabia, ele tinha a resposta para a situação, mas como que um baú fechado a 7 chaves, não conseguia revela-lo. Não consegui conter-me e meus olhos buscavam em todo ele a tradução para os seus. Precisava de saber, era o momento da verdade, agora ou nunca.

Foi então que seu lábios se abriram e murmuram três palavras que se entranharam em mim. Três palavras que alteravam tudo. Numa outra situação podiam não querer dizer nada, mas aqui, hoje, eram a chave mestra para o baú. Só então, as processei, entendi o que elas queria dizer. Como era possível? Entreolhei o meu irmão e ele acenou como que dissesse “eu já sabia”. Como poderia ele saber? Foi então que as palavras começaram a ecoar na minha cabeça cada vez mais alto e mais alto. Sai disparada do quarto e apenas conseguia ouvir o ritmo que me empurrava para a sala. Era mais vivo que nunca. As palavras, cada vez mais barulhentas, ressoavam ao som daquele ritmo que conhecia, era o ritmo que procurva, era o ritmo da vida. Era o ritmo que gritava com as palavras na minha cabeça:
- já está melhor!

sábado, 10 de janeiro de 2009

Coincidences, isn’t that just a joke from life to make us believe that our destiny is not decided already?

“Coincidences, isn’t that just a joke from life to make us believe that our destiny is not decided already?” Megan Kegan

Today I thought about coincidences. What is it truly? You know, there’s a theory that defends that everything we do, has a consequence so unbelievably unimaginable. It says that a simply kick in a rock, can change everything not just in our life, but in everybody’s life.

owwhhhhhh.
Is it true?

Is everything so perfectly planed out that a simply kick changes everything? Is that kick planed? Well, it is odd to think that we have all our life planned out, isn’t it?

I rather think that our choices make our future. But it can be that that choice was meant to be. Isn’t that strange?
Well, if everything is written already, I really want a sneak peek :P

Carefully,
MK

when we know how

“when we know how to walk we walk
When we know how to talk, we talk
When we know how to think, we think (sometimes)
But when we know how to love.. hmm… well, did we know how to love?” Megan Kegan

Love… oh the known irony that everyone wants and hates :D did we really know how to love? I really don’t think so. I think that we know how to adjust our way to love to the other person way to love. Is that true love? I think we can call it that :D

love (or whatever :P),
MK

When life kicks you hard... You kick life Harder...

"When life kicks you hard... You kick life Harder..." Megan Kegan

why give up? Why turn our life on a silver plate? We can’t do that as long we live :D life is not easy and sometimes it’s pretty scary and lonely, but why give up when we can climb mountains ? :D you can do it as long you believe it :D

xoxo,
MK

Never look down, and never look up. Just look straight, or you might just fall :P

“Never look down, and never look up. Just look straight, or you might just fall :P” Megan Kegan

When we look down, we are being afraid and not confidents on us :D we got it, we can have to believe it.

When we look up, well we’re putting dreaming to much and not paying attention to our reality slipping to our fingers.

But when we look straight, we can see our fears and passing those. We can see our dreams and work in reality to get there :D

love,

MK

What you do with your life… sorry, but that is up to you

“What you do with your life… sorry, but that is up to you” Megan Kegan

We’re always trying to put the blame on the others, but actually, the blame is always on us. We have to be strong enough to know it, face it and change it :D

love,
MK

KiFiTi

“KiFiTi” Megan Kegan

What the hell is that? Simple:

KNOW IT, FACE IT , CHANGE IT -> KiFiTi

These are the 3 steps to turn our life around. If anything is now right, first we have to KNOW what is it. Second, we got to FACE the problem and look it right in the eyes with no fear, no giving up. Third we CHANGE whatever it is need to make it blow away.

love,
MK

Why paint life black and white, if you got the rainbow in your hands?

“Why paint life black and white, if you got the rainbow in your hands?” Megan Kegan

Why do we have to be always so negative? Why can be just happy and positive? Life is better that way :D if we have the rainbow on our hands, we got to use it paint life by the colors that we love :D isn’t it?

love,

MK

explaining

well, well..

i know i been missing here :P sorry about that. but i've been writting, so i got here my last thoughts and i'm going to post them all now. enjoy :D